Rio Santos Bossa Fest

jazz day
AGENDA DE APRESENTAÇÕES
29 de Abril
19h30
Abertura do festival e show “EDINHO GODOY & BANDA” – Participação Especial: Kleber Serrado

21h00
Show com “MAURICIO FERNANDES QUARTETO” – Participação Especial: Bruno Vincenzi
30 de Abril
12h00
Cortejo pelas ruas do Centro Histórico de Santos com a banda “JAZZ WALKERS”

18h00
Show com “RICARDO BALDACCI TRIO”

19h30
Show com “JOÃO SENISE & GILSON PERANZZETTA – CELEBRANDO SINATRA” – Participação Especial: Zeca Assumpção

21h00
Show com “INDIANA NOMMA & OSMAR MILITO TRIO”
AGENDA DE APRESENTAÇÕES
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LANÇAMENTO NACIONAL DOS CD'S

RELEASE

RIO-SANTOS JAZZ FEST 2016

O objetivo principal do RIO - SANTOS JAZZ FEST 2016 é trazer entretenimento para o público da Baixada Santista através de um estilo que é um dos principais alicerces da música popular mundial, que é o JAZZ.

INFORMAÇÕES
RIO-SANTOS JAZZ FEST

DIAS: 29 E 30 DE ABRIL DE 2016
6 SHOWS

ENTRADA FRANCA | FAIXA ETÁRIA: LIVRE
LOCAL: TEATRO GUARANY – Praça dos Andradas, 100 - Centro Histórico - Santos/SP 

PRODUÇÃO MUSICAL:
CÁSSIO LARANJA: [email protected]
GRAZIELLA GUERREIRO: [email protected]

APOIO



REALIZAÇÃO

EDINHO GODOY

Edinho Godoy
Dia 29 de ABRIL – Sexta
19h30 – EDINHO GODOY & BANDA COM PARTICIPAÇÃO DE KLEBER SERRADO

O experiente músico santista de 49 anos, completa este ano 30 anos dedicados profissionalmente à música, com destaque para a área instrumental, nunca deixando de lado seu amor pela MPB, tendo dividido o palco, entre outros nomes importantes, com Johnny Alf, um dos percussores da bossa-nova, além do guitarrista e compositor mineiro Toninho Horta.

“Canal 3”, seu primeiro Cd solo lançado em 2002, foi uma experiência muito bem sucedida do ponto de vista de público e crítica. O Cd recebeu diversos elogios de revistas conceituadas de grande circulação nacional como Guitar Player e Backstage, além é claro, da crítica local.

Na Revista Guitar Player, o crítico e redator David Hepner definiu: “Canal 3 caracteriza-se pelas melodias bonitas e baladas emocionantes que demonstram o talento e o bom gosto de Edinho Godoy como guitarrista e compositor”.

Já na Revista Backstage, os críticos Beto Pedretti e Jôni Tamagoshi pontuaram: “Quem dera todos pudessem canalizar tão bem suas influências. Canal 3 é uma brisa de renovação para o público brasileiro de música instrumental”.

A crítica local não ficou atrás. Em seu editorial no Jornal A Tribuna de Santos, o músico e crítico musical Julinho Bittencourt definiu: “O som de Edinho é a voz de quem cresceu e colocou os pingos nas letras e notas certas... Que me desculpem os incautos, mas para quem vive, come e bebe o meio musical da cidade de Santos, isto não é nenhuma novidade”.

Toninho Horta também escreveu: “Os vôos alçados pelo pop-jazz do guitarrista e compositor Edinho Godoy em “Canal 3”, trazem a marca do bom gosto e da brasilidade universal”.

Mais que isso, além das diversas oportunidades em que Edinho esteve no palco ao lado de Toninho como convidado, realizaram em julho de 2007 o show “Toninho Horta e os caras de Santos”, no Teatro do SESC-Santos, quando Toninho apresentou seu show acompanhado por músicos da cidade. Horta já confirmou participação especial no segundo CD do músico santista, já em trabalho de pré-produção.

Canal 3 foi pré-selecionado pelo Prêmio Caras de Música 2002, ano de seu lançamento, concorrendo nas categorias “Solista instrumental” e “Revelação”.

O segundo CD solo da carreira será lançado ainda este ano e algumas das novas composições já estarão presentes no programa deste show.

Edinho atua também no Trio de violões “Cor das Cordas”, com o qual lançou em novembro de 2009 Cd homônimo, acompanhado dos violonistas Luca Bulgarini e Milton Daud, além do percussionista Edmundo Carneiro. Dentre os shows mais importantes do trio estão o Instrumental Sesc Brasil, em 2011, mas mantido na grade de programação da TV Sesc/ TV Senado até meados do ano passado. O Cor das Cordas está em estúdio gravando o seu segundo CD, para lançamento ainda em 2016.

Para a participação no RIO-SANTOS JAZZ FEST 2016, Edinho Godoy estará acompanhado por PIANO/TECLADOS, SAXOFONES, CONTRABAIXO e BATERIA.

Participação Especial: KLEBER SERRADO Cantor de voz singular, Kleber Serrado traz a bandeira da música brasileira, representando sua geração como poucos.  Em sua trajetória de dez anos na música, Kleber já teve o privilégio de cantar ao lado de grandes mestres como: Gilson Peranzzetta, Renato Braz, Zé Luiz Mazziotti, Filó Machado, Arismar do Espirito Santo, Fátima Guedes, Pedro Altério,Lula Barbosa, Roberto Sion, Celso Lago, Mário Manga, Marcos Suzano, Silvinho Mazuca e Swami Jr., entre outros queridos amigos que influenciam diretamente em seu aprendizado na vida e na música... Em novembro de 2014, gravou em parceria com o violonista Bruno Conde e o pianista Theo Cancello, o disco “EKOA”; Com as participações de Renato Braz e Marcos Suzano, o disco traz treze faixas inéditas.

Seu primeiro disco, com dez faixas autorais, foi “AMOR URBANO” (2007). Em 2011, lançou, pelo selo da Cooperativa de Música do Estado de São Paulo, seu segundo trabalho intitulado “DOIS PÓLOS, UMA VERTENTE”. Kleber desenvolve, desde 2013, junto aos amigos Theo Cancello e Bruno Conde, o PROJETO GALPÃO, com finalidade de divulgar canções inéditas na companhia de grandes representantes da música brasileira.

MAURICIO FERNANDES QUARTETO

Mauricio Fernandes
Dia 29 de Abril – Sexta
21h00 – Show com “MAURICIO FERNANDES QUARTETO” – Participação Especial: Bruno Vincenzi

Nascido em Santos, no litoral paulista, iniciou seus estudos na escola de música do Zimbo Trio em São Paulo, onde cursou saxofone, harmonia funcional e improvisação com J.C.Prandini. A seguir se aperfeiçoou com os saxofonistas Mauro Senise, Roberto Sion , Hector Costita,David Richards e Demétrius Lima.

Estudou nos Festivais de Campos de Jordão e Ouro Preto com os professores Ian Guest(harmonia), Célia Vaz(harmonia), Hélio Sena(modalismo) e Nivaldo Ornelas(saxofone). Seguindo a profissão, atuou em bandas de baile (Super Som T.A./ Pirâmide/ Super Grupo),em casas noturnas no Rio (Jazzmania / People) e São Paulo (Bourbon Street / Sanja / Cotton Club). Participou das orquestras populares dos maestros Juarez Araújo(RJ), Zerró Santos(SP), Renato Farias(SP), Luís Arruda Paes(SP),Jazz Big Band(SP), entre outras... Acompanhou artistas nacionais e internacionais, tais como Johnny Alf, Fat Family, Zé Rodrix, Danilo Caymmi, Jorge Vercilo, César e Paulinho, Luís Américo,Vernon Neily, Kenny Brown,entre outros...

Em 2008 formou seu quarteto de jazz, formado por piano, baixo acústico, bateria e saxofone, com repertório autoral e com composições de Miles Davis, John Coltrane, Cannoball Aderlley,Charlie Parker, Benny Golson, entre outros...buscando no show, sempre a sonoridade das gravações antológicas dos anos 50 e 60, que eram feitas sem retoques ou edições,que mostravam a mais pura alma desse estilo de música.

O quarteto já se apresentou nos Festivais de Inverno do Guarujá e Campos do Jordão, em projetos de música instrumental do Sesc e do Sesi, em eventos corporativos realizados em hotéis tais como o ‘Sofitel Jequitimar”, “Mendes Plaza”, “Hilton”,entre outros...

Convidado Especial: BRUNO VINCENZI O jovem cantor é uma grata revelação vocal no cenário jazzístico e atualmente vem se destacando em diversas apresentações pelo Brasil,  com um repertório refinado e bem escolhido, repleto de canções de grandes compositores e intérpretes do Jazz e da Música Brasileira, mundialmente conhecidos e admirados.

JAZZ WALKERS

Jazz Walkers
Dia 30 de Abril
12h00– Sábado   Recriando a atmosfera mágica da cidade americana de Nova Orleans, considerada como o berço do Jazz, a abertura do evento acontece na Praça Mauá, com a concentração em frente ao ponto de saída do bonde turístico. O cortejo, liderado pela banda de rua, a banda santista JAZZ WALKERS, vai caminhar pelas ruas do centro histórico, passando pelas Ruas Cidade de Toledo, do Comércio e indo em direção a Rua XV de Novembro, ponto final da apresentação.

OBS.: Em caso de chuva, o evento será transferido para o foyer do Teatro Guarany, com início previsto para 17h00.

Típica banda de Dixieland, formada por Tuba, Trombone,Trompete,Clarinete,Sax Soprano e Caixa, apresenta repertório do início do século XX, que era tocado nas ruas, bares e barcos a vapor de New Orleans.

Idealizada pelo saxofonista e arranjador Maurício Fernandes, a banda já se apresentou em festivais de jazz(Santos,Guarujá e Campos do Jordão),hotéis(Sofitel,Hilton),projetos culturais(Sesc,Sesi),festas e eventos corporativos.

RICARDO BALDACCI

NO OLHO DA RUA CRIS DELANNO
Dia 30 de Abril
18h00 horas – RICARDO BALDACCI TRIO

Considerado como “referência do Swing Jazz no Brasil” (Jornal A Tarde, Salvador/BA) e sob as influências de Nat King Cole, Frank Sinatra e John Pizzarelli, o cantor/guitarrista paulistano, Ricardo Baldacci, tem os clássicos do jazz em seu repertório e lidera o seu trio acompanhado de piano e contra-baixo, na formação de “drumless trio”. 



Em pouco mais de quatro anos como profissional, Baldacci contabiliza apresentações memoráveis. No Made In New York Jazz Festival (EUA), realizada no Tribecca Arts Center lotado, tocou lado a lado das lendas Lenny White e Randy Brecker. Também teve sua performance aplaudida de pé no Teatro Municipal do XV Festival Internacional de Jazz em Assunção/Paraguai. Na Suécia, participando do 30o. Aniversário do Festival de Herrang Dance Camp, (o maior e mais tradicional Festival do estilo de dança Lindy Hop), ganhou o prêmio de Swing Battle. No Brasil, fez uma série de shows nas redes SESC, SESI, participou de vários festivais e foi atração fixa dos bares dos respeitosos Terraço Itália e L’Hotel Porto Bay.

O mais recente trabalho de Ricardo Baldacci é a sua produção, Brothers in Swing (2015), um tributo à família Pizzarelli. Neste álbum, o artista, toca e canta na companhia de um “dream team”, a lenda do jazz americano de 89 anos, Bucky Pizzarelli (guitarra); seu filho, Martin Pizzarelli (contra-baixo); e do australiano Konrad Paszkudzki (piano), nomes icônicos no cenário do Swing Jazz. Gravado em duas sessões no Queens, NY, pelo experiente Bill Moss, um dos mais requisitados engenheiros de som do Jazz, o CD acontece em clima de espontaneidade e camaradagem e tem o ritmo como marca registrada. 

Em Maio de 2014, Ricardo Baldacci, recebeu um convite do baterista Lenny White (Chick Corea, Return to Forever), e foi uma das atrações do Made In New York Jazz Festival (EUA). Foi apresentado pela imprensa local americana (Brazilian American Chamber of Commerce Journal) como “um fabuloso talento do mundo do jazz” e “um dos mais brilhantes astros na cena”. Ainda neste ano, no segundo semestre, sua apresentação no Museu da Casa Brasileira, em São Paulo, rendeu ao espaço o recorde de público.

No segundo semestre de 2013, Ricardo produziu e lançou o álbum ‘Tain’t what you do, it’s the way that you do it’, seu primeiro disco com distribuição nacional e internacional (Tratore) que teve a participação do trio vocal sueco, The Hebbe Sister. Neste CD, o cantor/ guitarrista resumiu suas então recentes apresentações, com clássicos e composições autorais. O álbum conta com o premiado pianista virtuoso, Hercules Gomes, e com Ricardo Ramos no contrabaixo acústico. Este material foi atração na Rádio Eldorado (JazzMasters e A Cara do Jazz) e USP FM (Jazz Caravan). Além disso, o CD recebeu menção e críticas positivas em uma série de veículos, entre eles os jornais O Globo (Rio de Janeiro/RJ), A Tarde (Salvador/BA) e Hoje em Dia (Belo Horizonte/MG).

Num 2012 movimentado, o Ricardo Baldacci Trio se apresentou em diversos espetáculos no interior de São Paulo e Minas Gerais, foi atração no Festival de Jazz do Paraguai com seu tributo ao Nat King Cole Trio e na Suécia, se apresentou sob direção artística da respeitada Carling Family em Herrang. O cantor/guitarrista também se consolidou como um dos artistas expoentes da comunidade internacional de Lindy Hop, ao participar do LHAIF 2013 (Festival Internacional de Lindy Hop da Argentina), e BSOE (Brazil Swing Out Extravaganza).

Ricardo já tocou ao lado de alguns grandes artistas e talentos do jazz como a lenda Bucky Pizzarelli (guitarra/EUA), Randy Brecker (trompete/EUA), Lenny White (bateria/EUA), Martin Pizzarelli (baixo/EUA), Konrad Paszkudzki (piano/AUS), Omar Izar (gaita/Brasil), Max Carling (clarinete/SUE), Chester Whitmore (sapateado/EUA), Lee Fish (bateria/EUA), Judi D. (voz/ EUA), Pablo Elorza (contrabaixo/ARG), Evgeny Lebedev (piano/RUS), The Hebbe Sisters (voz/SUE), Juan Klappenbach (sax/ARG), Lina Stalyte (voz/LIT), Roque Monsalve (guitarra/ ARG), Michel Leme (guitarra/BRA), Alex Molleff (sax/RUS), Joseval Paes (guitarra/BRA).

Uma série de excelentes músicos já colaboraram com Ricardo Baldacci como os contrabaixistas: Thiago Alves e Ricardo Ramos; e os pianistas Hercules Gomes, Daniel Grajew, Leandro Cabral, Ricardo Castellanos, Sidney Ferraz, Giba Estebez e Billy Magno. Hoje, progressivamente, o trabalho de Ricardo Baldacci ganha espaço no mercado nacional e internacional; o cantor/guitarrista segue com a sua agenda de compromissos e anima as noites de São Paulo.



BROTHERS IN SWING - RELEASE
BROTHERS IN SWING

Produzido por Ricardo Baldacci, Brothers in Swing é o segundo álbum de carreira do cantor/guitarrista, e até hoje o primeiro registro nacional com o guitarrista e lenda do jazz, o norte-americano Bucky Pizzarelli. O projeto colaborativo também conta com o contrabaixista Martin Pizzarelli, que batizou o CD, e o pianista australiano, Konrad Paszkudzki.

Baldacci é um dos poucos representantes do Swing Jazz no Brasil e um admirador de longa data da família Pizzarelli. Em maio de 2014, foi convidado para tocar em um festival em Manhattan por Lenny White e conheceu Bucky Pizzarelli, um dos patriarcas da guitarra jazz. Na ocasião, encontrou o engenheiro de som Bill Moss e comentou sobre a utópica possiblidade de gravar um disco com os seus ídolos.

Em janeiro de 2015, Ricardo escreveu a Bill perguntando se haveria a chance de tornar realidade aquele projeto de que haviam falado. A resposta veio em duas semanas, com as datas de gravação já programadas. Ricardo Baldacci fez uma breve seleção de músicas, escreveu alguns arranjos e foi para Nova Iorque 15 dias depois.

Gravado em duas sessões no Samurai Hotel Studios no Queens, NY, Brothers in Swing acontece em clima de espontaneidade e camaradagem e tem o “swing" (balanço) como marca registrada. É uma grande homenagem de Baldacci à música da família Pizzarelli, que retribui na mesma proporção ao artista brasileiro. Mais uma vez, a exemplo do seu CD prévio, Baldacci escolheu por preservar, na maioria das faixas, a sonoridade do trio sem bateria (baixo-acústico, piano, guitarra/voz) que neste disco se alterna entre arranjos de duos de guitarra e voz, piano e voz, e também números solos de guitarra.

O CD apresenta em 17 faixas, uma série de composições clássicas, além de duas originais de Ricardo Baldacci e uma em parceria com Martin Pizzarelli e Konrad Paszkudzi. No repertório, há grande variedade: “swing”, baladas e "novelty songs" - canções como In a Mellow Tone (Duke Ellington), Embraceable You (Gershwin) e Route 66 (Bobby Troup), além de outros "standards", entre eles alguns desconhecidos como a pouco gravada Call The Police (Nat King Cole).

Brothers in Swing é um tributo a alegria e a sonoridade típica do Swing Jazz, um disco repleto de atuações inspiradas que emocionam e um prato cheio para os amantes do Great American Songbook.

JOÃO SENISE & GILSON PERANZZETTA

JOÃO SENISE & GILSON PERANZZETTA
Dia 30 de Abril
19h30– Show com “JOÃO SENISE & GILSON PERANZZETTA – CELEBRANDO SINATRA” – Participação Especial: Zeca Assumpção .

João Senise e Gilson Peranzzetta Celebrando Sinatra

Frank Sinatra, maior astro do jazz, completou 100 anos de vida, no dia 12 de dezembro de 2015. Para comemorar seu centenário, o cantor João Senise e o maestro Gilson Peranzzetta prepararam um show especial com repertório recheado de clássicos que ficaram marcados na voz de Sinatra, como Strangers in the night, I won't dance, Fly me to the moon e I've got you under my skin, entre outros.

Gilson Peranzzetta, cinco vezes vencedor do Prêmio de Música Brasileira, citado por Quincy Jones entre os maiores arranjadores do planeta, assina a direção musical e arranjos do espetáculo.

No dia 10 de dezembro João Senise fez uma homenagem a Sinatra na sala Cecília Meireles com Gilson Peranzzetta Trio e a Banda Brass de Pina, tendo como convidados Mauro Senise e Áurea Martins. O espetáculo foi gravado ao vivo e o lançamento do cd está previsto para abril. REPERTÓRIO

The best is yet to come
The lady is a tramp
I've got you under my skin
Come fly with me
All of me
Come rain or come shine
Nice and Easy
Night and day
Just friends
Strangers in the night
I won't dance
My one and only love
Fly me to the moon
My Way
New York, New York
JOÃO SENISE - voz

Desde pequeno, João Senise (27 anos) esteve em contato com a música. Filho do flautista e saxofonista Mauro Senise e da produtora Eliana Fonseca Peranzzetta, começou seus estudos de música aos quatro anos na Escola de Música Antonio Adolfo.

Aos sete anos inicia os estudos de piano e canto e passa a conviver com Gilson Peranzzetta, segundo marido de sua mãe, tendo com ele aulas de piano. Entre 1996 e 1999, João Senise integrou o coral do colégio Espaço Educação, tendo atuado como solista em diversas apresentações. Em 1997 gravou a música "Sempre Amigos", dividindo a faixa com Gilson Peranzzetta.

No final da adolescência, passa a trabalhar com Eliana Fonseca Peranzzetta, como assistente de produção em projetos, shows e CDs.

Em 2001, participa de shows do lançamento do cd "Pingolé", de Gilson Peranzzetta, tocando escaleta, na música que dá nome ao cd e foi composta em sua homenagem.

Em 2007, entra para o Curso de Jornalismo da PUC Rio, tendo se graduado em 2010. Um ano depois, encanta-se pela política e torna-se assessor parlamentar, permanecendo no cargo até dezembro de 2012. Nesse período, a carreira artística ficou em segundo plano. Mas a música falou mais alto e, no final do mesmo ano, João Senise surpreende a todos e grava seu primeiro cd, cantando standards de jazz – Just in Time, com direção musical e arranjos de Gilson Peranzzetta.

Em setembro de 2013 João Senise fez o show de lançamento do cd Just in Time, na Sala Baden Powell, que recebeu um público recorde, brindado com a reprodução fiel do cd, com orquestra de cordas, naipes de sopros e convidados.

A turnê de lançamento do cd percorreu os estados do Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Geraes e Goiás, com destaque para as apresentações no Museu da Pampulha, em Belo Horizonte/MG; no Centro Cultural Yves Alves em Tiradentes/MG; no Parque Botânico Vale, em Vitória/ES; Trib’Oz e Vizta, no Rio de Janeiro/RJ.

Apresentou-se como convidado de Gilson Peranzzetta Trio na Festa da Música, em Belo Horizonte/MG, no Sorocaba Jazz Festival, em Sorocaba/SP, no XX Festival de Inverno de Domingos Martins/ES e no 6º Tiradentes Jazz Festival, em Tiradentes/MG, no Teatro SESI Goiânia com a Orquestra de Sopros do Cerrado, quando foi gravada ao vivo a música Ai, Ai, Ai que faz parte da cd Abre Alas.

A apresentação de João Senise na Festa da Música ganhou destaque em nota de Ailton Magioli, no Jornal O Estado de Minas.

O CD "Abre Alas - Canções de Ivan Lins”, lançado oficialmente na Sala Cecília Meireles, em março de 2015, encantou a platéia que lotou o teatro. Foi um show memorável que reuniu no palco excepcionais instrumentistas brasileiros , além das participações especialíssimas de Leila Pinheiro e do homenageado Ivan Lins.

Abre Alas tem recebido inúmeras críticas elogiosas em matérias publicadas em jornais de vários estados do Brasil.

Em 10 de dezembro de 2015 João Senise subiu mais uma vez ao palco da Sala Cecília Meireles dessa vez para homenagear Frank Sinatra em seu centenário. O show com direção musical e arranjos de Gilson Peranzzetta teve como convidados Aurea Martins, a Banda Brass de Pina e Mauro Senise. O show foi gravado ao vivo e o cd será lançado no mês de abril deste ano. João Senise se apresentou no festival Jazz & Blues de Guaramiranga como convidado de Gilson Peranzzetta com as participações especiais de Zeca Assumpção (baixo) e Mingo Araujo (percussão).

GILSON PERANZZETTA – direção musical, arranjos e piano
O pianista, acordeonista, clarinetista, compositor, arranjador, produtor e maestro Gilson Peranzzetta é um dos mais requisitados artistas brasileiros da atualidade.  Citado por Quincy Jones entre os maiores arranjadores do planeta, cinco vezes vencedor do Prêmio de Música Brasileira, Gilson Peranzzetta é autor de 200 canções, entre elas Love Dance, Setembro e Obsession, sucessos mundiais. Contabliza em sua discografia 48 cds solo, além de incontáveis álbuns onde atuou como produtor, arranjado, solista e regente.

Iniciou seus estudos de piano muito cedo e aos 16 anos gravou seu primeiro disco. Estudou no Conservatório Brasileiro e na Escola de Música da UFRJ. Em 1971 se muda para Barcelona onde por três anos estuda técnica pianística com Petri Palau de Claramunt e tem algumas aulas de orquestração com o renomado compositor catalão Federico Mompou.

Em sua produção musical, Peranzzetta compôs 200 músicas, lançou 46 CDs solo, além de centenas de CDs gravados para diversos artistas como arranjador, pianista e produtor. Considerado um dos compositores mais refinados da música brasileira é autor de músicas que se tornaram sucessos mundiais como LOVE DANCE e SETEMBRO, em parceria com Ivan Lins e OBSESSION, em parceria com Dori Caymmi.

Artistas nacionais como Djavan, Ivan Lins, Leila Pinheiro, Leny Andrade, Dori Caymmi, Nana Caymmi, Edu Lobo e artistas internacionais como George Benson, Sara Vaughn, Quincy Jones, Dianne Schurr, Dianne Reeves, Toots Thielemans, Shirley Horn, Nancy Wilson e Barbra Streisand gravaram suas músicas.

Sua música SETEMBRO foi incluída na trilha sonora da premiada série norte-americana Dallas e no filme Boys´n the Hood. SORRISO DE LUZ foi trilha da mini-série brasileira Labirinto e CIÚME, no filme Dom, estrelado por Marcos Palmeira e Maria Fernanda Cândido.

Para a música de concerto, Gilson compôs e orquestrou as suites MIRAGEM , estreada pela Jazz Sinfônica e METAMORFOSE estreada pela a OSB, em ambas sendo o solista, ao piano. Atuou como solista, arranjador e ou regente para a Orquestra Sinfônica Brasileira (OSB), Orquestra Petrobrás Sinfônica,  Orquestra Sinfônica Nacional UFF (OSN),  Pittsburgh Symphony Orchestra (EUA), Metropole Orkest (Amsterdã), Jazz Sinfônica (São Paulo), Orquestra Sinfônica Municipal de Santos, Orquestra dos Sonhos, Amazonas Jazz Band, UFRJazz, Camerata de Blumenau.

Com sólida carreira internacional apresenta-se anualmente em importantes festivais na Europa, Estados Unidos e Japão. Elaborou arranjos e regeu a WDR Big Band de Colonia (Alemanha), por 3 vezes e atuou como solista e arranjador da Metropole Orchestra (Holanda).

O cd Iluminado – Dominguinhos, que deu a Peranzzetta, mais um Prêmio da Música Brasileira de Melhor Arranjador, recebeu também o XIII Grammy Latino de melhor álbum de música de raízes brasileiras.

Em 2014 Gilson Peranzzetta recebeu, pela quinta vez o Prêmio da Música Brasileira de melhor arranjador. Ainda em 2014 Gilson lança 3 cds – Quero Te Dizer Que Eu Amo em parceria com Tito Madi, Folias de Um Natal Brasileiro em parceria com Chico Lobo e Carlinhos Ferreira e Pattápio e Callado em duo com a flautista Zélia Brandão.

Em 2015 Gilson Peranzzetta assina a direção musical e arranjos do cd Abre-Alas (Canções de Ivan Lins) do cantor João Senise e se acaba de chegar dos Estados Unidos onde fez uma série de apresentações em San Francisco e Nova York.

Em dezembro de 2015 Gilson estréia sua Banda Brass de Pina no show de João Senise em homenagem a Frank Sinatra, na Sala Cecília Meireles. Esta apresentação foi gravada ao vivo e o cd será lançado em abril deste ano.

PARTICIPAÇÃO ESPECIAL - ZECA ASSUMPÇÃO
Estudou música, arranjo e composição no Berklee College of Music, em Boston. Tocou e/ou gravou com Victor Assis Brasil, Elis Regina, Luiz Eça , Chico Buarque, Nelson Ayres, Edu Lobo, Michel Legrand, Caetano Veloso, Toots Stileman, Benny Carter, Enrico Rava, Dorival Caymmi, Eliseth Cardozo, entre outros.

Trabalhou com Hermeto Pascoal durante 4 anos. Foi integrante do quinteto de Radamés Gnatalli. Arranjos para: Virginia Rodrigues, Carlinhos Vergueiro, Sueli Costa, Alquimia, Piazzolando, Heloisa Fernandes, Flautistas da Proarte. Tocou com Egberto Gismonti durante aproximadamente 20 anos.

Atuou no projeto Jobim Sinfônico no Brasil e nos EUA. Recentemente gravou com Heloisa Fernandes, Weber Lopes, e participa do trio Mani Padme e do Trio+1 com Benjamim Taubkin. Estreou como autor de trilha Sonora com o documentário “Amazon Encounter” de Neville de Almeida e David Guper.

Divide a trilha sonora do longa “Matou a Família e foi ao Cinema” de Nevile de Almeida com Armandinho. Prêmio de melhor trilha sonora no 23º Festival de Cinema de Brasília, com o filme “Barrela” de Marco Antnio Cury.

Para Haroldo Marinho, criou as trilhas para o documentário “Centro do Rio” e para o longa “Demoninho de Olhos Pretos”. Professor nos cursos de verão Civebra (Brasília) em 2013 e 2014, e no curso de inverno no festival de música de Londrina em 2015.

INDIANA NOMMA & OSMAR MILITO TRIO

Jazz Walkers
Dia 30 de Abril
21h00– Show com “INDIANA NOMMA & OSMAR MILITO TRIO”

INDIANA NOMMA 

Nascida em Honduras, filha de pai baiano e mãe gaúcha, Indiana Nomma cresceu no México, Portugal, Nicarágua, Alemanha Oriental e Brasília. Estudou canto erudito, explorou o teatro e o canto coral o que a fez cantar em tournês por Costa rica e em Nova Yorque, no Carnegie Hall antes mesmo de completar 20 anos de idade.  Após 14 anos desenvolvendo sua carreira musical em Brasília, tendo aberto shows de artistas como Gloria Gaynor, Billie Paul, Ney Matogrosso, Milton Nascimento, Jorge Aragão, Celso Blues Boy, entre outros, Indiana Nomma passou a atuar no Rio de Janeiro a partir de 2010 onde é reconhecida como revelação do brasilian jazz.  



Em 2012, arrancou aplausos do público de 2500 pessoas na abertura do show do cantor Ney Matogrosso durante o 1° FESTIARTE – Festival Internacional de Artes de Brasília, com um repertório de samba-jazz em 10 canções inéditas. 



Em seus 18 anos de carreira, participou de festivais como I Love Jazz, Festival Latinidades, Porão do Rock, Festival de Jazz e Blues de Brasília, Feira de Música Independente - FMI, Chivas Jazz Festival – edição Brasília, Festival da Mulher Afro-latinoamericana, República Blues Festival e Brasília 50 anos, Festival de Inverno de Brasília, entre outros. Participou dos festivais DUETOS ao lado do baixista inglês Bruce Henri , cantou com Daniela Mercury no aniversário de 50 anos de Brasília , apresentou-se com o cantor e compositor suiço Beat Kaestli,  o guitarrista americano Mark Lambert, entre outros.  

Apresentou-se no Circuito Rio Show de  Gastronomia 2010 do jornal O GLOBO e conquistou matéria de página inteira no mesmo jornal carioca. Em entrevista para o programa Starte da Globonews, foi considerada Cantora Revelação do novo jazz, participando na mesma emissora, do programa Estúdio i, onde recebeu mais elogios generosos da apresentadora Maria Beltrão. 

Conhecida pela voz grave e versatilidade em vários estilos, Indiana faz a síntese de suas preferências musicais, através de projetos como: Indiana Nomma Jazz Trio, Tributo a Tim Maia, Tributo a Mercedes Sosa, e tantos outros.  

Além disso, Nomma apresentou o programa de jazz, blues e soul music: Anjos da Noite, veiculado através da Rádio Cultura FM 100,9 - Brasília, transmitido também pelo www.culturafmdf.com.br, todas as terças-feiras, das 22h à 0h, por 4 anos consecutivos.

Atualmente a cantora vem sendo reconhecida como representante do jazz mundial em temporada no Hotel Novo Mundo, no Rio de Janeiro, ao lado do renomado Osmar Milito (piano), Alex Rocha (baixo) e Kim Pereira(bateria) 

Bebops, improvisos, a voz grave e trompete de boca fazem do show uma atração hipnotizante.  

RELEASE CD UNEXPECTED - INDIANA NOMMA + OSMAR MILITO A Fina Flor lança em primeira mão o CD UNEXPECTED resultado da parceria inédita entre a cantora hondurenha-brasileira INDIANA NOMMA e o pianista paulista OSMAR MILITO.

Contendo nove standarts do jazz mundial e quatro bossas-novas rearranjados exclusivamente para este projeto, o cd se destaca pela miscelânea de influências culturais acumuladas pela dupla durante suas carreiras individuais, a bela mistura emocional transmitida através da voz de Indiana e o jeito inconfundível de tocar de Osmar.

São elas: 1. You And The Night And The Music (Arthur Schwartz/Howard Dietz)
2. Caravan (Juan Tizol/Irving Mills)
3. Sweet Georgia Brown (Ben Bernie/Maceo Pinkard/Kenneth Casey)
4. Insensatez (Antônio Carlos Jobim/Vinícius de Moraes/Norman Gimbel)
5. Get Out Of Town (Cole Porter)
6. You've Changed (Carl Fischer/Bill Carey)
7. Them There Eyes (Maceo Pinkard, Doris Tauber, William Tracey)
8. Modinha (Antônio Carlos Jobim/Vinícius de Moraes)
9. Canta, Canta Mais (Antônio Carlos Jobim/Vinícius de Moraes)
10. Sabiá (Antônio Carlos Jobim/Chico Buarque)
11. Brother, Can You Spare a Dime? (Jay Gorney)
12. Straight No Chaser (Thelonious Monk/Sally Swisher)
13. Hélcio “Don Pascoale” Milito (Osmar Milito

Para abrilhantar o projeto, Nomma e Milito convidaram 3 baixistas: Alex Rocha que acompanhou por anos artistas nacionais como Emílio Santiago, Augusto Mattoso, baixista de artistas como Leny Andrade e Itamara Coorax, e o famoso criador da levada do samba-jazz, Sérgio Barrozo que acompanhou artistas como Elis Regina, entre outros.

E fechando o time, o conceituado baterista Rafael Barata, considerado o melhor baterista de jazz do Brasil, disputado por nomes como Eliane Elias, John Pizzarelli, Esperanza Spalding e vários outros.

Indiana Nomma coleciona 20 anos de carreira e vivendo no Brasil há 28, dos quais 5 no Rio de Janeiro, atualmente vem sendo considerada um dos novos nomes representantes do brazilian-jazz e da MPB.

Osmar Milito é reconhecido como um dos grandes pianistas da música popular brasileira, tendo acompanhado em seus 52 anos de carreira, artistas como Elis Regina, Leny Andrade, Pery Ribeiro e se apresentado ao lado de internacionais como Michel Legrand e John Pizzarelli

OSMAR MILITO


Iniciou seus estudos de piano em São Paulo com o professor Armando Moura Lacerda, catedrático do Conservatório Estadual. No Rio de Janeiro estudou com as professoras Wilma Graça, Glória Maria Fonseca e Sonia Vieira.

A carreira profissional teve início no Beco das Garrafas, por volta de 1964, acompanhando cantoras como Silvinha Telles, Lenny Andrade, Flora Purim, dentre outras. Participou de grupos instrumentais como os de Paulo Moura Quinteto, Do-um Romão Trio e Edison Machado Quarteto. Trabalhou com o Rio-3, Lenny Andrade e Rosana Tapajós no México durante dois anos.

Em seguida foi cumprir temporada com Sérgio Mendes em diversas universidades e cassinos americanos. Retornando ao Brasil criou os seu próprio grupo, participando de várias trilhas de novelas e do programa Som Livre Exportação, acompanhando cantores como Elis Regina, Ivan Lins, Dorival e Nana Caymmi, Chico Buarque, MPB 4, Toquinho, Vinicius de Morais, dentre outros.

Sarah Vaughan ao vir ao Brasil, sempre o procurava para “canjas inesquecíveis”, assim como Tonny Bennett, Sammy Davis Jr., Liza Minelli e mais recentemente John Pizzarelli.

Inaugurou várias casas noturnas de desataque no Rio de Janeiro: Canecão, Flag, Number One, 706, Clube 21, People e o lendário Mistura Fina. Músicos que participaram de seus diferentes grupos: Paschoal Meirelles, Marcio Montarroyos, Oberdan (BlacK Rio), Mauro Senise, Sérgio Barroso, Nico Assunção, Idriss Bodrouiar, Rafael Barata, Augusto Mattoso, José Luiz Maia , entre outros.

Mantém longa temporada de sucesso no Bar do Hotel Novo Mundo, ao lado de nomes como Sergio Barrozo, Paschoal Meirelles, Alex Rocha, Kim Pereira, Mauricio Maestro e as vozes de Leila Maria, Kay Lyra e Indiana Nomma.

RIO - SANTOS JAZZ FEST 2016 - SANTOS/SP

O objetivo principal do RIO - SANTOS JAZZ FEST 2016 - SANTOS/SP é trazer entretenimento para o público da Baixada Santista através de um estilo que é um dos principais alicerces da música popular mundial, que é o JAZZ.

De forma acessível e com entrada gratuita, o público será incentivado a se integrar à música e ao ritmo, promovendo uma agradável confraternização entre os participantes.

O Festival será dividido em 2 dias, com várias atrações de renome das cidades do Rio de Janeiro e de Santos, que mostrarão com muita propriedade um repertório variado.

Acontece no mês de Abril de 2016, nos dias 29 e 30, no histórico Teatro Guarany, no Centro Histórico de Santos, com shows a partir das 18 horas.

Além de levar ao publico da Baixada Santista o melhor da produção brasileira do JAZZ, o festival também irá fazer parte das comemorações do Dia Internacional e Municipal do JAZZ, comemorados sempre em 30 de abril.

A data comemorativa, que celebra o Dia Internacional do Jazz, em diversas partes do planeta, foi criada em novembro de 2011, pela Agência das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura – UNESCO, apadrinhada pelo pianista e Embaixador da Boa Vontade da entidade, Herbie Hancock.

Em Santos, foi instituída através de Lei Municipal no. 2.973, de 14 de março de 2014, que inclui no Calendário Oficial do Município, a Semana do Jazz, comemorada sempre de 24 a 30 de abril.

A direção artística do Festival é assinada por Cássio Laranja, um dos mais atuantes produtores culturais da Baixada Santista, que solicitou diretamente ao nobre Vereador Douglas Gonçalves, a propositura da referida Lei Municipal que homenageia o Jazz.

O RIO-SANTOS JAZZ FEST está inscrito na UNESCO como evento oficial do INTERNATIONAL JAZZ DAY 2016, comemorado em 30 de abril e celebrado em diversas cidades do planeta.

Vamos defender e reforçar em nossa cidade e região, “as virtudes do Jazz como instrumento educativo e como força de paz, de diálogo e cooperação entre os povos”, como muito bem definiu o seu patrono, o grande pianista Herbie Hancock.

O Jazz que nasceu nos Estados Unidos, na cidade de Nova Orleans, no início do Século XX, no encontro de ritmos africanos e a música dos americanos de origem europeia.

Ganhou merecidamente um dia só seu, para ser comemorado intensamente. Afinal, o gênero musical tornou-se uma linguagem universal.

No Brasil, o Jazz influenciou e continua a influenciar muitos dos nossos músicos e esteve muito bem relacionada com a MPB, principalmente a Bossa Nova, gênero musical genuinamente brasileiro.

As origens do Jazz e da música brasileira são as mesmas, provenientes da cultura negra trazida pelos escravos africanos, originários das mesmas regiões da costa ocidental do continente africano.

Sabe-se que a 1a.apresentação de Jazz noticiada em Santos, realizou-se no ano de 1918, na mesma época do 1o. concerto de uma “jazz band” em Paris.

Portanto, Santos foi uma das primeiras cidades do mundo, a receber os acordes do jazz.

Harry Kosarin, músico internacional e sua “jazz band” se apresentaram no “Miramar”, espaço cultural da época aberto ao público de 1892/1934, localizado na esquina da atual Av. Bartolomeu de Gusmão com a Av. Conselheiro Nébias, próximo a praia do Boqueirão.

Depois disso temos notícia de vários movimentos, “jam sessions” e reuniões culturais que eram realizadas nas casas particulares, audição de discos e programas de jazz apresentados nas rádios da cidade.

Em 1956, foi fundado o Jazz Clube de Santos que reuniu um grupo de amigos, de uma forma mais organizada. Depois de uma parada na metade da década de 60 o clube foi reorganizado em 1987, mantendo suas atividades até o ano de 1990.

Por que o Dia Internacional e Municipal do Jazz?

O Jazz quebra barreiras e cria oportunidades para entendimento mútuo e tolerância. É um vetor da liberdade de expressão, é um símbolo de união e paz, reduz tensões entre os indivíduos, grupos e comunidades, promove a igualdade de gênero, reforça o papel dos jovens para a mudança social, encoraja a renovação dos artistas, o improviso, as novas formas de expressão e inclusão de formas tradicionais de música em novas vertentes musicais. Estimula o diálogo intelectual e transforma jovens em sociedades marginalizadas.

Uma importante inciativa que valoriza este gênero musical que prega a liberdade e que é capaz de construir pontes entre todas as culturas e sociedades.

Em 2016, as comemorações globais começarão na cidade de Washington D.C., nos Estados Unidos, onde será realizado um grande concerto. E as homenagens vão se espalhar por diversas cidades do planeta.

Para a Diretora Geral da UNESCO, Irina Bokova, “o Jazz significa diálogo, contato com o outro, inclusão. É exemplo de respeito aos direitos humanos e dignidade de todas as mulheres e homens, sem importar sua origem. Significa compreender o outro, permitir que se expresse, escutar em um espírito de respeito. Por isso, vamos nos reunir para celebrar o Jazz, música da liberdade, força de paz, cujas mensagens nunca forma mais vitais nos dias de hoje, em tempos de turbulências”, destacou Bokova.

O evento em Santos tem como objetivo reunir pessoas interessadas em celebrar e aprender mais sobre a sua história, suas raízes e o seu importante papel de comunicação. Possibilita também que as gerações mais novas possam conhecer melhor o Jazz, de uma forma acessível, popular, alegre e festiva.

As cidades do Rio de Janeiro e Santos andaram juntas no desenvolvimento deste gênero, o que o público em geral desconhece. Além de compartilhar este desenvolvimento musical, as cidades compartilham de cultura, hábitos, costumes e geografia muito similares.

A proposta do festival é trazer ao público santista o encontro e o intercâmbio de músicos, compositores, intérpretes e artistas locais com os da cidade do Rio de Janeiro.

O projeto tem natureza cultural, oferecendo a população de Santos e região, a oportunidade de assistir ao vivo artistas de renome nacional e internacional cujo trabalho desenvolve e valoriza a cultura brasileira, relembra a importância do JAZZ em nossa cultura, revitaliza tradições e mostra que o gênero tem em sua base a manifestação cultural e musical e continua em movimento criativo e atualização.

A realização do festival justifica-se, pela facilidade de acesso, reverência histórica e ineditismo.

Em Santos, bem como no Brasil, nunca foi feito um festival voltado especificamente para aproximar as histórias do JAZZ vividas nas cidades do Rio de Janeiro e de Santos, que foram muito importantes para a construção da identidade do gênero no Brasil.

Além disso, com a realização de um grande trabalho de divulgação, pretendemos arregimentar uma nova fatia de público, que não conhece a produção nacional do gênero e terá, por meio deste evento, fácil acesso a uma programação cultural de excelente qualidade técnica.

O RIO-SANTOS JAZZ FEST é voltado exclusivamente ao interesse público, a formação e informação do público e ao desenvolvimento de suas bases culturais e sensibilidade artística, oferecido a população gratuitamente.

SERVIÇO:

RIO-SANTOS JAZZ FEST

ENTRADA FRANCA

FAIXA ETÁRIA: LIVRE



DIA: 29 DE ABRIL – 6a. FEIRA – Noite dedicada aos músicos santistas

19h30 - “EDINHO GODOY & BANDA” – Participação Especial: Kleber Serrado

21h00 - “MAURÍCIO FERNANDES QUARTETO” – Participação Especial: Bruno Vincenzi



DIA: 30 DE ABRIL – SÁBADO - COMEMORAÇÃO DO DIA INTERNACIONAL E MUNICIPAL DO JAZZ EM SANTOS

ABERTURA - PRAÇA MAUÁ – HORÁRIO: 12 HORAS

“JAZZ WALKERS” – cortejo pelas ruas do centro histórico

Recriando a atmosfera mágica da cidade americana de Nova Orleans, considerada como o berço do Jazz, a abertura do evento acontece na Praça Mauá, 12 horas, com a concentração em frente ao ponto de saída do bonde turístico e início do cortejo liderado pela banda de rua, a banda santista JAZZ WALKERS, que vai caminhar pelas ruas do centro histórico, passando pelas Ruas Cidade de Toledo, do Comércio e indo em direção a Rua XV de Novembro, ponto final da apresentação.

OBS.: Em caso de chuva, o evento será transferido para o foyer do Teatro Guarany, com início previsto para 17h00.

SHOWS PROGRAMADOS TEATRO GUARANY - HORÁRIO: a partir das 18 HORAS – Noite das atrações cariocas e nacionais

18h00 - “RICARDO BALDACCI TRIO” – Lançamento Nacional do CD “BROTHERS IN SWING”

19h30 - “JOÃO SENISE & GILSON PERANZZETTA” – Participação Especial: Zeca Assumpção – Lançamento Nacional do CD “JOÃO SENISE CELEBRANDO SINATRA – AO VIVO”

21h00 - “INDIANA NOMMA & OSMAR MILITO TRIO” – Lançamento Nacional CD “UNEXPECTED”

LOCAL: • TEATRO GUARANY – Praça dos Andradas, 100 - Centro Histórico - Santos/SP 

CAPACIDADE: 300 PESSOAS POR NOITE

APOIO: PREFEITURA MUNICIPAL DE SANTOS – SECRETARIA DE CULTURA

REALIZAÇÃO: RÁDIO JORNAL DA ORLA/DIGITAL JAZZ - www.digitaljazz.com.br

INFORMAÇÕES E PRODUÇÃO CULTURAL: CÁSSIO LARANJA – [email protected] e GRAZIELLA GUERREIRO – [email protected]