Rio Santos Bossa Fest

jazz day
AGENDA DE APRESENTAÇÕES
28 de Abril
21h00 - Comedoria do SESC Santos
Abertura Oficial Do rio Santos Jazz Fest 2017

Arismar do Espírito Santo Trio convida Izzy Gordon

29 de Abril
10h00 - Praiamar Shopping
ORQUESTRA BRASILEIRA DE VIOLÕES & CONJUNTO DE VIOLÕES DO PROJETO ESCULPIR - Regência Maestro Manzione

11h00
JAZZ WALKERS (Cortejo)

12h00
JAZZ BIG BAND CONVIDA DEBORAH TARQUINIO



19h00 - Teatro Guarany
MICHEL FREIDENSON TRIO

21h00
VICTOR BIGLIONE TRIO
30 de Abril
Dia Internacional e Municipal do Jazz


11h00 - Praiamar Shopping
JAZZ WALKERS (Cortejo)

12h00
TRIO+UM



18h00 - Teatro Guarany
VICTOR BERTRAMI QUARTETO

20h00
DOLLS AND DAMES – ALMA THOMAS & INDIANA NOMMA
AGENDA DE APRESENTAÇÕES
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RELEASE

RIO SANTOS JAZZ FEST 2017

O objetivo principal do RIO SANTOS JAZZ FEST 2017 é trazer entretenimento para o público da Baixada Santista através de um estilo que é um dos principais alicerces da música popular mundial, que é o JAZZ.

INFORMAÇÕES
RIO SANTOS JAZZ FEST 2017 – 10 atrações
Comemoração do Dia Internacional e Municipal do Jazz - 30/04/17
Evento oficial UNESCO - International Jazz Day

DIAS: 28, 29 e 30 DE ABRIL
ENTRADA FRANCA | FAIXA ETÁRIA: LIVRE

LOCAIS:
COMEDORIA DO SESC – Rua Conselheiro Ribas, 136 – Aparecida – Santos/SP – CAPACIDADE: 400 pessoas.
PRAIAMAR SHOPPING – Rua Alexandre Martins, 80 – Aparecida – Santos/SP – CAPACIDADE: 1.000 pessoas por dia.
TEATRO GUARANY – Praça dos Andradas, 100 - Centro Histórico - Santos/SP - CAPACIDADE: 300 pessoas por noite.

COPRODUÇÃO: SESC SANTOS
APOIO: PREFEITURA MUNICIPAL DE SANTOS – SECRETARIA DE CULTURA – PRAIAMAR SHOPPING –NITA ALIMENTOS - JORNAL DA ORLA - TV TRIBUNA

REALIZAÇÃO:
INFORMAÇÕES E PRODUÇÃO CULTURAL: CÁSSIO LARANJA – [email protected] e GRAZIELLA GUERREIRO – [email protected]

ARISMAR DO ESPÍRITO SANTO TRIO convida IZZY GORDON

Edinho Godoy
O ENCONTRO:

Encontro, palavra mais “arteada” já dita, em três timbres que convidam o sopro divino do canto de Izzy Gordon a se unir ao som dos pássaros e da natureza, trazidos pela flauta de Léa Freire; à festa e ao grave da orquestra, representados pelo baixo de Thiago Espírito Santo; e à harmonia e ao ritmo de rua do som da guitarra e do baixo de Arismar do Espírito Santo. No repertório standarts do Jazz da Liberdade, com arranjos criativos, com harmonias inusitadas e improvisos melódicos: Bye Bye Black Bird (Mort Dixon/Ray Henderson), Summertime (George Gershwin), Satin Doll (Duke Ellington), e temas de Arismar do Espírito Santo como, A Big Band não veio, Flor de Sal, Piscina de Bolinhas, entre outras

ARISMAR DO ESPÍRITO SANTO, nome consagrado no meio musical, referência em vários instrumentos, é um músico completo. Sua maneira de tocar e compor, sob a força máxima da intuição e espontaneidade, harmonias inusitadas, improvisos melódicos, ritmo contagiante e criatividade têm sido sua marca registrada. Traz para suas composições e interpretações as linguagens desenvolvidas nos diversos instrumentos de cordas e percussão. Recebeu o Prêmio Sharp de Música e o Prêmio Funarte de Música Brasileira para Projeto de Criação Musical no Acre. Foi eleito um dos 10 melhores guitarristas do Brasil. Assina e dirige vários espetáculos: Alegria nos Dedos, Cordas à Solta, Alô Bateria, Canção sem Fronteiras, Encontro Brasileiro do Acordeon, e outros. Tem ministrado Master Classes e apresentado concertos em circuito universitário dos EUA, Dinamarca, Argentina, Uruguai e em várias cidades brasileiras. Em sua discografia destacam-se seus cds autorais (Maritaca) “Arismar do Espírito Santo: 10 anos”, “Estação Brasil”, “Foto do Satélite”, "Alegria nos Dedos", “Roupa na Corda" e “Roda Gingante”. Possui dois livros editados: Song Book Alegria nos Dedos (Ed Passarim) e Caderno Acre (Funarte). Este ano lança “Flor de Sal” (Maritaca), seu sétimo Cd autoral.

IZZY GORDONconsagrou sua voz através do jazz e da bossa nova. Dona de um registro vocal sedutor e muito afinado, a diva de Bono Vox e Paul McCartney, expressa seus gostos por ritmos, melodias e timbres através de um repertório que vai de clássicos da nossa música à standarts de jazz. Filha de Dave Gordon e sobrinha de Dolores Duran, conviveu desde criança com nomes como Jair Rodrigues, Tim Maia, César Camargo Mariano, Rita Lee, Wilson Simonal, Cassiano, e muitos outros que apareciam em casa para conversas e jam sessions com seu pai. Sua carreira começou com canjas nas casas noturnas onde Dave Gordon trabalhava. Mas foi no musical “Emoções Baratas”, do diretor José Possi Neto, que Izzy confirmou seu talento como cantora e viajou pelo Brasil. Sua versatilidade e ecletismo a levaram para outros palcos. Fez backing vocal para o Deep Purple e Jorge Ben Jor, fez shows com Emicida, Margareth Menezes, Elba Ramalho, Paula Lima, Banda Black Rio, Max de Castro, Gerson King Combo, Zizi Possi, Fernanda Porto, Ed Motta, Rashid, Rael e muitos outros. Izzy tornou-se uma cantora difícil de rotular e de repertório diversificado, pois passeia pelo jazz, bossa, soul e MPB com muito charme e talento.

Formação:
ARISMAR - guitarra e baixo
LÉA FREIRE - flautas
THIAGO ESPÍRITO SANTO - baixo e guitarra
IZZY GORDON - voz convidada

ORQUESTRA BRASILEIRA DE VIOLÕES & CONJUNTO DE VIOLÕES DO PROJETO ESCULPIR – REGÊNCIA MAESTRO MANZIONE

Mauricio Fernandes

Composto por crianças de 05 a 16 anos, residentes no entorno do Mercado Municipal de Santos e que vivem em áreas de risco social. A Orquestra Brasileira de Violões foi criada em 2011, pelo Maestro Manzione, que esteve à frente por 28 anos da Camerata “Heitor Villa-Lobos”, com mais de 1.000 apresentações e mais de 780 premiações. Manzione foi o fundador do Curso Oficial de Violão de Santos, em 1972, já formou mais de 20 mil alunos com seus cursos gratuitos e mais de 200 professores de violão que atuam profissionalmente no Brasil e no exterior. Neste projeto social realizado em parceria com a Associação Esculpir, o Maestro hoje com 82 anos de idade, esbanja vigor, sabedoria e doa seu conhecimento, três vezes na semana, quase 10 horas por dia. Como ele mesmo diz: “O objetivo é transformá-los em cidadãos conscientes em tudo. E eles podem até se profissionalizar na música, sem deixar a escola”. Com esta oportunidade, mostraremos a sociedade que a música, tem o raro poder de transformar a vida das pessoas.

JAZZ WALKERS

Jazz Walkers

Típica banda de Dixieland, formada por Tuba, Trombone,Trompete,Clarinete,Sax Soprano e Caixa, apresenta repertório do início do século XX, que era tocado nas ruas, bares e barcos a vapor de New Orleans. Idealizada pelo saxofonista e arranjador Maurício Fernandes, a banda já se apresentou em festivais de jazz (Santos, Guarujá e Campos do Jordão), hotéis (Sofitel,Hilton), projetos culturais (Sesc, Sesi),festas e eventos corporativos.

Jazz Big Band convida Deborah Tarquinio

NO OLHO DA RUA CRIS DELANNO

A Jazz Big Band é uma das mais competentes orquestra do Brasil, formada por 4 saxofones, 3 trombones, 3 trompetes, baixo, bateria, piano, teclado e cantores. Apresentações em festivais instrumentais ou acompanhando Cesar Camargo Mariano, Jorge Vercillo, Hermeto Pascoal, Danilo Caymmi, Zé Rodrix, Simoninha e o bluzeiro e guitarrista norte americano Kenny Brown, entre outros, são uma referencia de qualidade. A Big Band também divide o palco com atores e cantores nos grandes teatros do Brasil com os musicais; “Sinatra – O Homem e a Música”, que conta a história daquele que foi considerado a vóz do século; “A Era dos Festivais”, onde atores e músicos reproduzem no palco o que foram os festivais da Record e Excelsior na década de 60 e “Só da Lalá” que perpetua a obra de Lamartine Babo. Apresentações especiais no Credicard Hall, HSBC Brasil, RED Jaguariúna, Citibank Hall bem como em grandes eventos públicos como Virada Cultural São Paulo e em centenas de cidades, mais shows dançantes nos mais tradicionais clubes do Brasil, tornaram a banda sucesso, conquistando seguidores em todas as idades. Criada na casa do lendário maestro Luiz Arruda Paes, no ano de 2000 é formada na sua grande maioria, por músicos e arranjadores da Baixada Santista. A criação e coordenação é realizada pela Associação dos Artistas do Estado de S.Paulo, uma instituição sem fins lucrativos, certificada pelo Ministério da Justiça como de interesse público.

Deborah Tarquinio

Dotada de uma voz com características únicas, Deborah Tarquinio "swinga" e "enjezza" tudo que interpreta misturando um estilo todo próprio. Com nítidas influências das grandes vozes de Billie Holiday, Ella Firzgerald, Anitha O'Day, Ray Charles, Alberta Hunter, Etta James, assim como os nossos Elis Regina, Leny Andrade, Johnny Alf, Ivan Lins dentre tantos outros. Atualmente segue sua carreira com toda uma experiência que só a vida em música pode dar. ​ ​ Vinda também de família musical, onde seu pai Esmeraldo Tarquinio, era “crooner” de Big Band e a sua influência na base musical dessa intérprete, foi a maior de todas!

Michel Freidenson Trio

JOÃO SENISE & GILSON PERANZZETTA

Considerado um dos grandes Pianistas do Brasil, Michel Freidenson é compositor, produtor, tecladista e arranjador. Fundador do lendário grupo instrumental "ZonaAzul", participou da efervescência do movimento instrumental brasileiro, nos anos 80. Ao longo de sua carreira, Michel tem gravado e participado de shows no Brasil e pelo mundo, com grandes artistas como: Hermeto Pascoal, Djavan, Filó Machado, Ana Caram, Márcio Montarroyos (i.m), Fafá de Belém, Ivan Lins, Bocato, Léa Freire, Teco Cardoso, Duda Neves, Sizão Machado, Candido Serra, Lô Borges, Raul de Souza, Ivan Lins, Tim Maia (i.m.), Jane Duboc, Leny Andrade, Badi Assad, Corciolli, André Christovão, Thys Van Leer e Bobby Jacos & Grupo Focus, Edú Santhana, entre muitos outros, além de ter reconhecimento internacional com seu “Michel Freidenson Trio”.

Aos 05 anos começou a tocar violão. Aos 06 inicio-se no PIano, teve orientação da Profa Arlete Ognibene que o deixava “livre” para criar, compôr, se divertir de acordo com a inspiração do momento. Paralelamente contou com a orientação de um grande Mestre Roberto Ribeiro de Souza ( i.m.), o Prof de Violão que ensinou música e seu poder transformador, que ensinava a ouvir música percebendo os caminhos dos sons, intenções, arranjos, independente das partituras. Aos 14 anos Michel cursou por 1 ano e meio o Clam - Centro Livre de Apredizagem Musical, do Zimbo Trio.

Após participar como produtor, músico, arranjador em mais de 250 CDs, Michel lançou, em 2002, o CD "Jazzis", no Bourbon Street – SP, considerado um marco no estilo "Lounge Music" no Brasil. O show foi transmitido, ao vivo, pela Rádio Eldorado FM com patrocínio da Porto Seguro. Michel também gravou sob encomenda da gravadora Azul Music os internacionais "Eletrobossa" e "Eletrobossa Nights" - ambos licenciados nos EUA, Europa e Ásia, entre muitos outros títulos e coletãneas para esta conceituada gravadora.

Michel foi finalista do concurso mundial de pianistas de Jazz, o “ Martial Solal International Jazz Piano Competition” realizado em Paris , 1983.
Michel participou como músico e liderando work-shows em muitos festivais de jazz, destacando-se entre eles "Aruba Jazz Festival", com Djavan, "Free Jazz Festival", com Zonazul, "Festival de Jazz de Itajaí" (2003 e 2005), "Festival de Jazz de Joinville" (2002) e, "Jazz do Brasil" (2004) no Tom Brasil – SP com "Michel Freidenson Jazz Quartet", Santos Jazz Festival em Santos ( 2013 ), Projeto “Na Roda” no Bourbon Street Music Club em SP ( 2012 ), entre vários outros. Participou como solista no Palco Pianistas em 3 edições da Virada Cultural de São Paulo na Praça Dom José Gaspar. De 2008 a 2010 “Michel Freidenson Trio” se apresentou nas unidades SESI e Teatros Municipais da capital e das principais cidades do Estado de São Paulo em shows organizados pela Artinvest.

Foi duplamente premiado no 21º "Fampop" (2003) na cidade de Avaré - SP como melhor músico e por aclamação popular. No "Parliament Jazz Festival realizado em Moscou" (2003) e em tour pela Ásia (2004) Michel fez a direção artistica do show de lançamento mundial do CD "Hollywood Rio" de Ana Caram, que foi gravado em NY para Chesky Records, no qual Michel fez arranjos e executou todos instrumentos, à exceção do sax e flauta.

Em Julho de 2004, Michel Freidenson participou com enorme sucesso do maior festival de jazz indoor do mundo, "North Sea Jazz Festival" realizado em Den Haag - Holanda, com o seu "Michel Freidenson Jazz Quartet" (Participação especial de Márcio Montarroyos i.m. ). Participou das edições do Gitarrenfestival em Bad Aibling, Alemanha, em em Novembro de 2006 e 2008 , e tambem entre 2006/2008 nas edições do “Espaço Veja SP" realizados em Campos do Jordão e Riviera de São Lourenço onde Michel convidava talentos da música para apresentá-los ao público.

No CD "Notas No Ar", 1º CD autoral sob sua produção, lançado no Auditório Ibirapuera-SP em 2011, Michel mostra composições de sua autoria e também homenageia grandes compositores do Brasil e do exterior, assinando os arranjos e algumas das composições. As gravações contaram com participações especiais de Hermeto Pascoal, Raul de Souza, Thijs Van Leer e Bob Jacobs do lendário grupo Holandês Focus, Toninho Ferragutti, Pichú Borrelli, AC Dal Farra, Filó Machado, Trovadores Urbanos, entre muitos outros.

Atualmente Michel desenvolve em seus estúdios trabalhos para o mercado publicitário, ( jingles, trilhas, spots ára rádio/tv), tendo inúmeras peças premiadas ( Profissionais do ano - Rede Globo, Voto Popular, entre outros ), em carreira com mais de 35 anos neste mercado ( Lojas Abaetá, Citroen, Kibon, entre muitas outras ); Também atua na produção, arranjos e gravação de CDs junto solicitados pelas gravadoras e produtores independentes, ;

Tem participado na produção e direção musical de eventos corporativos (premiações, cursos, peças motivacionais, lançamento de marcas) para empresas como TAM, Rolls Royce ( Lançamento da marca no Brasil ), VW ( Salão do automóvel - SP ) , Thyssen Krup , entre muitas outras.

Outro destaque é a parceria em work-shows com o publicitário e locutor Paulo Mai, criador do premiado “Jazz Masters” ( APCA ), programa veiculado em muitas rádios do Brasil ( Alpha FM, entre muitas outras ), onde de forma bem humorada e musicalmente ilustrada, contam um pouco da história do Jazz em apresentações exclusivas e personalizadas , atendendo grandes marcas como “Fogo de Chão”, “Blue Label” ( Johnnie Walker ).

Neste ano de 2017, através da gravadora Azul Music, haverá lançamento comemorativo de 25 anos do LP “Parque Cósmico”, gravado originalmente em 2002 remasterizado em CD , simultaneamente com lançamento de novo CD de Michel Freidenson Trio.

VICTOR BIGLIONE TRIO

Jazz Walkers

Victor biglione "o músico estrangeiro com a maior contribuição em gravações &shows na MPB."​
Nas últimas décadas, Biglione tem estado em um constante movimento, nas mais diversas áreas da música.

Tem participado dos principais festivais de jazz no Brasil e no exterior, como Montreal, Montreux, Ottawa, Madrid, Frutas Tropicales (Finlândia), Villa Celimontana (Itália), Jazz Plaza (Cuba), New York Guitar Festival, Rio das Ostras, Guaramiranga, Copa Jazz Fest, só pra citar alguns.

Tocou com mais de 300 nomes da MPB e da musica Internacional como Manhattan Transfer (com que foi Grammy em 1988), Lee Konitz, John Patittucci, Andy Summers (2 CDs em duo), Wagner Tiso, Eumir Deodato, Sérgio Mendes, Steve Hacker (Genesis), Marcos Valle, Milton Nascimento (com quem foi Grammy latino em 2000), entre muitos outros.

Tem mais de 30 CDs solo lançados, sendo que o mais recente “Mercosul”, foi finalista do Grammy Latino este ano, na categoria instrumental.
Possui diversas premiações, onde podemos destacar: Troféu Socimpro, Melhor Músico de jazz em 2004 - pelo Cejub , Troféu Brahma Extra "Grandes Músicos" entre outros.
Compôs diversas trilhas para o cinema, ganhou 6 prêmios, incluindo 2 "Kikitos”.
Faz parte também do supergrupo "Som Imaginário”. E está trabalhando em diversos projetos atualmente.

TRIO+UM

Jazz Walkers

O Trio+Um é um quarteto de música instrumental e Jazz, formado por André Willian (Piano), Elizeu Custódio (Contrabaixo), Fabiano Guedes (Bateria) e Rodrigo Vilela (Saxofone).

Os integrantes do quarteto já trabalhavam juntos em outras formações e em 2015 se juntaram para formar o Trio+Um, com a proposta de estudar e tocar clássicos do Jazz.

Com interpretações próprias de alguns temas, o quarteto tem a intenção de tocar e levar o Jazz e a Bossa Nova a todos os públicos, desmistificando a velha ideia de que os estilos são exclusivos.

O conceito é tocar e aprender com a música e com tudo que ela pode proporcionar.

VICTOR BERTRAMI QUARTETO

Jazz Walkers

O conceito deste novo show em que ousa verbalizar o sobrenome Betrami é justamente perpetuar as obras do lendário José Roberto Bertrami, internacionalmente renomado, reconhecido e premiado por suas composições, performances sutis, únicas e ímpares, as quais sempre valeu-se de uma identidade singular e única ao tocar.

Apesar da perda excruciante do artista, este show prima por eternizá-lo, pelo ineditismo, representado por seu legado, seu filho Victor Bertrami, reconhecido baterista, nascido em uma família de 2 irmãos, num berço musical privilegiado, começou a tocar bateria aos 7 anos de idade, convivendo desde cedo com artistas como Elis Regina, Milton Nascimento e Sarah Vaughan criando em sua casa arranjos e melodias imortais, que são a verdadeira essência da música mundial, estendendo seu talento agora em sua própria trajetória.

Victor Bertrami diz a que veio dando azo às obras resguardadas, quase secretas, elaboradas por Jose Roberto Bertrami, independes, as quais imputa livremente sua criação de forma libertária, irascível poética e nobremente insolente e transgressora. Momento de preservação entre o Criador e a Criatura. Jose Roberto Bertrami e suas próprias composições, até então não expostas publicamente.

Este show novo e superinédito promete surpresa não só ao publico como aos renomados músicos da banda, como Romulo Duarte (baixo), Jose Carlos Bigorna (flauta) e Natan (teclados) pela entrega incondicional aoinusitado, inédito, imprevisível, assim como a música demanda e resvala aos ouvidos, sem faltar os clasicos PARTIDO ALTO, LAST SUMMER IN RIO, VOO SOBRE O HORIZONTE

Fato é que haverá uma simbiose celestial entre José e Victor. Sonho e realização. Momento que BERTRAMIAR é a senha de acesso a boa música, revelação de segredos de uma lenda e um inegável e promissor sucesso deste novo show.

DOLLS AND DAMES - Alma Thomas & Indiana Nomma

Jazz Walkers

As duas mais consagradas cantoras de jazz da atual noite carioca, Indiana Nomma e Alma Thomas unem-se sob o nome DOLLS AND DAMES e homenageiam o jazz dos anos 20 a 60 em um projeto inédito que tem conquistado os públicos da cidade maravilhosa e de Brasília há 2 anos. ​

Acompanhadas de um power trio formado ora por piano, baixo e bateria, ora guitarra, baixo e bateria, os timbres médio-agudo de Alma Thomas e o médio-grave de Indiana Nomma arranjados no melhor estilo straight voice, se completam e trazem de volta a atmosfera da era das grandes divas.

No repertório canções das "Andrew Sisters", "Boswell Sisters", "Ella Fitzgerald", "Billie Holiday", "Sarah Vaughan" e outros ícones do jazz e do blues mundiais.

Indiana Nomma é hondurenha e viveu no México, Portugal, Nicarágua, Alemanha e em Brasília por 23 anos, onde é considerada cantora consagrada. Estou canto lírico na Alemanha, cantou no Carnegie Hall com apenas 18 anos, fez turnê pela Itália, coleciona 20 anos de carreira participando de inúmeros festivais de jazz nacionais e internacionais.

Alma Thomas tem extensa carreira nos EUA, radicada no Brasil há 10 anos, também participou da primeira edição do THE VOICE BRASIL, onde colecionou 5 das 6 aparições que o participantes podem ter no programa, sendo que a última, ela foi como convidada. Um grande nome do jazz, reconhecido nos palcos dos melhores festivais do gênero. Formada pela Berklee é preparadora vocal e professora atuante, além de se apresentar nos melhores palcos da Cidade Maravilhosa.

O gosto pelos mesmos estilos musicais e a afinidade natural que houve entre seus timbres vocais, fez com que a parceria na cidade maravilhosa tenha se tornado uma referência de qualidade para os jazzófilos cariocas e brasilienses.

RIO SANTOS JAZZ FEST 2017 – SANTOS/SP

O objetivo principal do RIO SANTOS JAZZ FEST 2017 - SANTOS/SP é trazer entretenimento para o público da Baixada Santista através de um estilo que é um dos principais alicerces da música popular mundial, que é o JAZZ.

De forma acessível e com entrada gratuita, o público será incentivado a se integrar à música e ao ritmo, promovendo uma agradável confraternização entre os participantes.

O Festival será dividido em 3 dias, com várias atrações de renome das cidades do Rio de Janeiro, São Paulo e de Santos, que mostrarão com muita propriedade um repertório variado.

Acontece no mês de Abril de 2017, nos dias 28 (Sexta), 29 (Sábado) e 30 (Domingo), na COMEDORIA DO SESC SANTOS, com capacidade para 400 pessoas e no histórico TEATRO GUARANY, no Centro Histórico de Santos, com capacidade para 300 pessoas, em ambos os locais com shows noturnos. Como complemento, nos 3 dias do Festival, teremos apresentações na hora do almoço na Praça Central localizada no térreo do PRAIAMAR SHOPPING, com uma expectativa de público de mais de 1.000 pessoas por apresentação.

Além de levar ao publico da Baixada Santista o melhor da produção brasileira do JAZZ, o festival também irá fazer parte das comemorações do Dia Internacional e Municipal do JAZZ, comemorados sempre em 30 de abril.

A data comemorativa, que celebra o Dia Internacional do Jazz, em diversas partes do planeta, foi criada em novembro de 2011, pela Agência das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura – UNESCO, apadrinhada pelo pianista e Embaixador da Boa Vontade da entidade, Herbie Hancock.

Em Santos, foi instituída através de Lei Municipal no. 2.973, de 14 de março de 2014, que inclui no Calendário Oficial do Município, a Semana do Jazz, comemorada sempre de 24 a 30 de abril.

A direção artística do Festival é assinada por Cássio Laranja, um dos mais atuantes produtores culturais da Baixada Santista, que solicitou diretamente ao nobre Vereador Douglas Gonçalves, a propositura da referida Lei Municipal que homenageia o Jazz.

O RIO SANTOS JAZZ FEST, pelo 4º. ano consecutivo está inscrito na UNESCO como evento oficial do INTERNATIONAL JAZZ DAY 2017, comemorado anualmente em 30 de abril e celebrado em diversas cidades do planeta.

Vamos defender e reforçar em nossa cidade e região, “as virtudes do Jazz como instrumento educativo e como força de paz, de diálogo e cooperação entre os povos”, como muito bem definiu o seu patrono, o grande pianista Herbie Hancock.

O Jazz que nasceu nos Estados Unidos, na cidade de Nova Orleans, no início do Século XX, no encontro de ritmos africanos e a música dos americanos de origem europeia.

Ganhou merecidamente um dia só seu, para ser comemorado intensamente. Afinal, o gênero musical tornou-se uma linguagem universal.

No Brasil, o Jazz influenciou e continua a influenciar muitos dos nossos músicos e esteve muito bem relacionada com a MPB, principalmente a BOSSA NOVA, gênero musical genuinamente brasileiro.

As origens do Jazz e da música brasileira são as mesmas, provenientes da cultura negra trazida pelos escravos africanos, originários das mesmas regiões da costa ocidental do continente africano.

Sabe-se que a 1a.apresentação de Jazz noticiada em Santos, realizou-se no ano de 1918, na mesma época do 1o. concerto de uma “jazz band” em Paris.

Portanto, Santos foi uma das primeiras cidades do mundo, a receber os acordes do jazz.

Harry Kosarin, músico internacional e sua “jazz band” se apresentaram no “Miramar”, espaço cultural da época aberto ao público de 1892/1934, localizado na esquina da atual Av. Bartolomeu de Gusmão com a Av. Conselheiro Nébias, próximo a praia do Boqueirão.​

Depois disso temos notícia de vários movimentos, “jam sessions” e reuniões culturais que eram realizadas nas casas particulares, audição de discos e programas de jazz apresentados nas rádios da cidade.​

Em 1956, foi fundado o Jazz Clube de Santos que reuniu um grupo de amigos, de uma forma mais organizada. Depois de uma parada na metade da década de 60 o clube foi reorganizado em 1987, mantendo suas atividades até o ano de 1990.

Por que o Dia Internacional e Municipal do Jazz?

O Jazz quebra barreiras e cria oportunidades para entendimento mútuo e tolerância. É um vetor da liberdade de expressão, é um símbolo de união e paz, reduz tensões entre os indivíduos, grupos e comunidades, promove a igualdade de gênero, reforça o papel dos jovens para a mudança social, encoraja a renovação dos artistas, o improviso, as novas formas de expressão e inclusão de formas tradicionais de música em novas vertentes musicais. Estimula o diálogo intelectual e transforma jovens em sociedades marginalizadas.

Uma importante inciativa que valoriza este gênero musical que prega a liberdade e que é capaz de construir pontes entre todas as culturas e sociedades.

Para a Diretora Geral da UNESCO, Irina Bokova, “o Jazz significa diálogo, contato com o outro, inclusão. É exemplo de respeito aos direitos humanos e dignidade de todas as mulheres e homens, sem importar sua origem. Significa compreender o outro, permitir que se expresse, escutar em um espírito de respeito. Por isso, vamos nos reunir para celebrar o Jazz, música da liberdade, força de paz, cujas mensagens nunca forma mais vitais nos dias de hoje, em tempos de turbulências”, destacou Bokova.

O evento em Santos tem como objetivo reunir pessoas interessadas em celebrar e aprender mais sobre a sua história, suas raízes e o seu importante papel de comunicação. Possibilita também que as gerações mais novas possam conhecer melhor o Jazz, de uma forma acessível, popular, alegre e festiva.

As cidades do Rio de Janeiro e Santos andaram juntas no desenvolvimento deste gênero, o que o público em geral desconhece.

Além de compartilhar este desenvolvimento musical, as cidades compartilham de cultura, hábitos, costumes e geografia muito similares.

A proposta do festival é trazer ao público santista o encontro e o intercâmbio de músicos, compositores, intérpretes e artistas locais com os da cidade do Rio de Janeiro.

O projeto tem natureza cultural, oferecendo a população de Santos e região, a oportunidade de assistir ao vivo artistas de renome nacional e internacional cujo trabalho desenvolve e valoriza a cultura brasileira, relembra a importância do JAZZ em nossa cultura, revitaliza tradições e mostra que o gênero tem em sua base a manifestação cultural e musical e continua em movimento criativo e atualização. A realização do festival justifica-se, pela facilidade de acesso, reverência histórica e ineditismo.

Em Santos, bem como no Brasil, nunca foi feito um festival voltado especificamente para aproximar as histórias do JAZZ vividas nas cidades do Rio de Janeiro e de Santos, que foram muito importantes para a construção da identidade do gênero no Brasil.

Além disso, com a realização de um grande trabalho de divulgação, pretendemos arregimentar uma nova fatia de público, que não conhece a produção nacional do gênero e terá, por meio deste evento, fácil acesso a uma programação cultural de excelente qualidade técnica.

O RIO SANTOS JAZZ FESTé voltado exclusivamente ao interesse público, a formação e informação do público e ao desenvolvimento de suas bases culturais e sensibilidade artística, oferecido a população gratuitamente.